Ecommerce no Brasil: Um mercado cada vez mais surpreendente

Ecommerce no Brasil…há algum tempo atrás não era possível sequer imaginar que ele teria um crescimento de mais de 40% somente em 2017.

O ecommerce no Brasil gera empregos a grande número de pessoas de ramos variados. Suas vendas representam uma tendência absurda da população em utilizar o meio online para comprar.

Mas você deve estar se perguntando por que o ecommerce brasileiro está em alta, não é mesmo?

Nós preparamos este artigo completíssimo sobre o ecommerce no Brasil para que você possa sanar suas dúvidas. Vamos a ele? =)

 

Ecommerce no Brasil: história

O grande empreendedor brasileiro, Jack London, visitava os Estados Unidos para ter uma noção de como funcionavam as coisas por lá.

Deparou-se com a grande Amazon (loja virtual de livros e outros artigos) que lhe abriu as portas para que ele pudesse estudar e assim compreender o seu modelo de negócios profundamente. Isso aconteceu em Seattle por volta de 1996.

E muito impressionado com o que viu, decidiu implantar um modelo parecido iniciando com uma loja chamada: Booknet. Essa então, veio a ser a primeira loja virtual de ecommerce no Brasil.

Mas o que seria um ecommerce?

 

Comércio eletrônico definido

Ecommerce ou comércio virtual, falando de forma simples, é uma loja online (na internet).

É uma forma de fazer negócios utilizando o método virtual. E se você pensa que estamos falando de algo futurista, está enganado, já que o ecommerce está em alta nos últimos anos.

Várias empresas são criadas de forma física e também virtual, assim mesmo: tudo junto! Porque hoje em dia com a grande difusão da internet é muito arriscado para as empresas estarem fora desse meio.

Somente o número de acesso à internet chega a 140 milhões de usuários conectados (dados da pesquisa: We Are Social) e isso é sinal de que há muita gente conectada nesse exato momento, por isso que as empresas não podem ficar fora desta.

Na verdade, o ecommerce no Brasil é uma caixinha de oportunidades, uma vez que tem tanta gente acessando a internet diariamente.

Mas você deve estar se perguntando: e essas pessoas todas compram? Boa parte delas, sim. Por isso o ecommerce no Brasil movimenta bilhões de reais.

 

Como tudo acontece?

E vem vindo um empreendedor… de repente, ele tem uma grande ideia: montar uma loja virtual cujos pagamentos e recebimentos serão feitos online.

Sua ideia é boa, mas como pô-la em prática?

Simples: o cliente em potencial vai até o site da loja, escolhe o produto e faz o pagamento. Depois a loja recebe o pedido, separa-o e manda pelos Correios.

Outro caso pode ser em Marketplaces que são plataformas que aproximam o consumidor do vendedor, sem a necessidade do vendedor possuir um site próprio.

Então vamos dar um exemplo: o Mercado Livre é um Marketplace. Você tem uma lojinha nele e vende seus produtos através dele. Entendeu agora?

Isso também pode ser considerado um ecommerce no Brasil.

 

Evoluindo em 1,2 e 3…

É verdade que há anos atrás todas essas facilidades eram difíceis, não existiam formas de pagamento online, a distribuição era imprecisa e os níveis de confiança da população eram baixos.

Aos poucos esse cenário foi mudando e se redesenhando para dar um guinada. O mundo virtual passava a ter poder.

Mas e Jack London? O que aconteceu com a Booknet?

Vocês não vão acreditar… essa singela lojinha virtual simplesmente “explodiu” em acessos naquela época chegando a abrir o capital na Nasdaq (fonte:Ecommerce na Prática).

A Booknet foi vendida, então, passou por reestruturações internas e, boom… se transformou em Submarino (famosa loja virtual aqui no Brasil).

Mas como ela, muitas conseguiram o seu lugar ao sol e hoje estão aí ainda para contarem sua história.

Lindo, não é? 🙂

 

Visão de raio X

Sabe o que é previsto para esse setor até 2020? 4 trilhões de reais. Uaaaaall!!!

É fato que estamos apenas especulando, mas o potencial de crescimento do ecommerce no Brasil chega a ser espantoso.

Dizemos espantoso, porque, na verdade, o que há é uma maior aderência do povo brasileiro à internet, ou seja, muita gente acessa e confia em realizar compras online.

Confiança essa que, como vimos pelas previsões, vale ouro. E por isso os empreendedores de plantão devem considerar abrir um desses rapidamente.

As áreas do ecommerce no Brasil são variadas chegando a ser no ramo de beleza, informática, vestuário e muito mais.

O que podemos dizer é que estamos investindo cada vez mais e, por isso, recebendo em dobro.

 

Novas relações de consumo

Segundo o site E-commerce Brasil, as relações de consumo mudaram muito e para melhor. Hoje pode-se falar em pequenas interações. O usuário entra no seu site e navega.

Só por esse ato ele já está configurando uma coisa chamada personalização. Mas o que viria a ser isso?

Personalizar é manter a navegação única para cada cliente e por isso atraí-lo de forma mais precisa, certeira. Afinal, quem é que não gosta de se sentir especial? Todos nós gostamos, não é verdade?

Então essa nova forma de consumir acabou contribuindo para que as pessoas, em busca de unicidade, começassem a investir na internet mais que em lojas físicas.

Por esse motivo os números são gigantescos e animadores para o ecommerce no Brasil.

 

Crise: o quê?

Sabemos que para o ecommerce brasileiro as coisas vão bem. Mas isso não se compara a outros setores da economia. Fala-se muito em crise, porém será que ela existe mesmo hoje?

O fato é que há um crescimento do ecommerce no Brasil e isso se dá devido a tudo que já falamos, mas principalmente ao nível de confiança da população.

Vamos a alguns números tirados do site Webjump:

Crescimento do ecommerce brasileiro

 

  • R$ 18.7 bilhões em 2011
  • R$ 22.5 bilhões em 2012
  • R$ 31 bilhões em 2013
  • R$ 39 bilhões em 2014
  • R$ 47.7 bilhões em 2017

 

Consumidores agitados

Parece mentira, mas os clientes estão cada vez mais procurando por facilidade, e através de indicações de amigos, optam pelas compras online. Há centros de venda virtual que chegam até a delimitarem o prazo de compras. Ou seja, quanto mais rápido você comprar, melhor.

É fato que nem tudo são flores. O ecommerce brasileiro ainda enfrenta questões de burocracia, por exemplo. Mas o que importa mesmo é que são uma opção a mais às lojas físicas e tumultuadas.

Uma coisa podemos afirmar: o número de consumidores aumentou muito em 2017 passando a ser mais de 55 milhões (dados do site Webshoppers).

 

Formalização dos centros comerciais

Primeiramente, você tem que começar medindo o potencial do negócio e seu possível tamanho. O que tem de bom nos ecommerces no Brasil é que você pode começar com pouco e ir crescendo.

Depois disso, defina o tipo de empresa que está querendo abrir dando também um nome a ela.

Não se esqueça de fazer o contrato social. Dependendo da sua situação você pode precisar de um contador. Registre junto à Junta Comercial de sua região.

 

Categoria de comércio virtual

Existem três categorias no Brasil:

  • B2C – Business to Consumer
  • B2B – Business to Business
  • C2C – Consumer to Consumer

 

B2C – Business to Consumer

Esse é o tipo mais comum de negócio, pois tanto fabricantes, varejistas e até revendedores vendem para os consumidores finais.

 

B2B – Business to Business

Segundo o site E-commerce na Prática, o comércio B2B ainda não encontra muito lugar aqui no Brasil, mas é criada por fabricantes e distribuidores para empresas.

 

C2C – Consumer to Consumer

Qualquer pessoa cadastra produtos diferenciados e os vende para outras. Nesse caso estamos, nada mais, nada menos falando do nosso… Marketplace!

Lembra lá do início do artigo?

Quer mais exemplos? Elo7, Olx entre outros.

 

Em expansão, então?

Falamos aqui muito sobre o ano de 2017, pois são estatísticas mais próxima da nossa realidade hoje. Então, nesse ano houve um crescimento do comércio eletrônico global na casa dos trilhões. E isso não só dá um up para os empreendedores, como também influenciam novas gerações de futuros empreendedores.

A previsão é ainda mais otimista para o final de 2018 com um crescimento que ultrapassa os 14%. Se considerarmos tudo isso, estaremos compreendendo melhor esse universo.

Os níveis de empreendedorismo aqui já são elevados e o crescimento do ecommerce no Brasil segue a mesma linha.

 

Por que investir em Ecommerce no Brasil?

Como bom empreendedor, você deve ir atrás de oportunidades mais realistas possível dentro do aspecto político e econômico no qual estamos inseridos.

É preciso ter em mente que esse tipo de comércio não é a salvação da pátria, mas é uma grande oportunidade de se sobressair em meio às turbulências do mercado.

Saber as tendências, concorrentes e consumidores em potencial te dá uma chance maior de se estabelecer e crescer.

Outro ponto importante a ser mencionado aqui é que não queremos desencorajar, nem muito menos encorajar demais. Somos pé no chão apenas e o que estamos dizendo a você é que esse mercado é promissor.

 

Cenário brasileiro

Um apanhado feito pelo site Netrica diz que o comércio eletrônico no Brasil é representado pela conversão. O que seria isso? Existe um funil em que, dividido em 3 partes, representa a última delas exatamente esta etapa de vendas.

Isso significa que a probabilidade de crescimento realmente existe e que se você já vende seus produtos pessoalmente, agora poderá fazê-lo pela internet também.

De acordo com o relatório Real Trends sobre comércio eletrônico no Brasil, temos que:

  • 60% do tráfego foi concentrado em São Paulo
  • 8% no Rio de Janeiro
  • 32% entre os estados de Minas Gerais, Santa Catarina, Goiás e Rio Grande do Sul.

 

Visão proativa

O que nós temos hoje? Temos o comércio eletrônico liderando as pesquisas para artigos tais como: livros e artigos eletrônicos.

E o que nos reserva o futuro? Que setores como vestuário, calçados, alimentação, vão crescer bastante devido à grande procura e exposição das marcas na internet.

O importante a dizer aqui é que as empresas têm investido pesado em publicidade paga no Facebook, Instagram, e por isso também, têm aumentado suas vendas online.

O que é muito bom, já que podemos contar com ferramentas de automação que facilitam e muito a vida de quem lida com esse meio.

Por todos esses motivos citados acima acredita-se que para quem pretende adentrar nessa área deve se preparar em termos de estudo, sempre se aprofundando em comércio virtual.

 

Investir, sim!

Hoje contamos com investimentos de até 9% da receita em tecnologia nessas lojas virtuais.

Agora uma dúvida: você sabia que a grande parte das compras feitas virtualmente foram feitas por smartphones? Esse número representa mais de 27%.

Impressionante! 😮

Mas por que eu devo saber disso?

Hack: Porque como proprietário de loja virtual você deve compreender que seu site de ser o mais responsivo possível sempre favorecendo à usabilidade.

Mas agora a pergunta que não quer calar: devo investir?

Nossa resposta é a mais imparcial possível, já que sua decisão deve ser particular nesse propósito. Acreditamos que com cenário positivo e com a sua força de trabalho, é possível conseguir um espaço entre os grandes quando o foco é a persistência e disciplina.

Outra coisa importante é se informar sempre, seja em cursos, seja em livros ou jornais. Manter seus níveis de aprendizado altos, porque as inovações são inúmeras e requerem que nos mantenhamos em grandes patamares.

Por fim, por que o crescimento é acelerado aqui no Brasil? Por tudo que falamos antes e pela fácil aderência dos brasileiros a novas tecnologias e estruturas.

 

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